Tras cuatro años de búsqueda infructuosa no encuentran indicios de pertenencia a «banda armada» de nueve militantes de «Causa Galiza»

Fueron detenidos con gran profusión mediática. El aparato falsimedia lo tildó de terroristas y las imágenes en los telediarios no dejaban lugar a dudas. Cuatro años después se desmonta todo el entramado pero… no hay desmentidos, ni nada de nada de nada.

…………………..

Audiencia Nacional libera definitivamente nove militantes de Causa Galiza detid@s em 2015 da imputaçom por «pertença a organizaçom armada» que lhes impugera na altura o juíz Eloy Velasco. A resoluçom do tribunal de exceçom fai-se pública através dum auto datado em 1 de julho e implica mais um passo na deconstruçom da montagem político-policial organizada pola Guardia Civil contra a nossa Organizaçom sob a direçom de Arsenio Fernández de Mesa.

Recordemos que a Operación Jaro efetuada em outubro de 2015 contra nove militantes de Causa Galiza se cimentava na acusaçom de que seria era o «braço político» dumha suposta organizaçom armada e que as nove independentistas detidas fariam parte da mesma executando funçons especializadas de comunicaçom política e propaganda. A resoluçom do tribunal político desmonta completamente esta invençom policial.

A desimputaçom d@s independentistas soma-se à devoluçom do estátus legal a Causa Galiza em dezembro de 2016 após umha «suspensom de atividades» —ilegalizaçom de facto— que se prolongou durante um ano. Esta recuperaçom da condiçom legal já contradizia, no seu dia, a essência da montagem da Guardia Civil, pois supunha retornar à legalidade o suposto braço político dumha organizaçom armada após a «medida cautelar» que era a «suspensom de atividades».

Situaçom atual

Desinfladas as grossas acusaçons iniciais, e deslegitimada por completo a coarctada argumental da Guardia Civil para assaltar a ponta de metralheta nove domicílios e sequestrar durante três dias nove militantes, fica agora tam só umha acusaçom coletiva de «enaltecimento do terrorismo», que é a indefinida tipologia delitiva que possibilita a instauraçom dum nom-declarado delito de opiniom e a persecuçom penal da liberdade de expressom.

Esta última acusaçom é compartilhada no mesmo sumário com três militantes de Ceivar detid@s na Operación Jaro II. Nos próximos dias, o tribunal sucessor do TOP franquista fará pública a sua resoluçom final sobre este caso que prolongou artificialmente durante quase quatro anos com sucessivas prórrogas da investigaçom. Esta conclusom poderia implicar o arquivo definitivo da causa, ou o processamento de todos ou parte dos independentistas detidos na Operación Jaro e na Operación Jaro II.

Avaliaçom de urgência

Embora dada a natureza do tribunal, as resoluçons da Audiencia Nacional carecem de legitimidade jurídica e política para a nossa Organizaçom, deixam nesta ocasiom absolutamente espida de cobertura argumental a operaçom que a Guardia Civil lançou sobre Causa Galiza em 2015, que foi aplaudida e coreada pola prática totalidade dos meios de comunicaçom, com La Voz de Galicia à cabeça, a Delegación del Gobierno, o Partido Popular e a cumplicidade do PSOE.

Evidencia-se a veracidade da tese sustentada desde o princípio do processo policial e judicial: nem Causa Galiza era «o braço político», nem as suas militantes estavam envolvidas em atuaçons ilegais. A Operación Jaro foi um caso prático de como a Guardia Civil tratou de desarticular um projeto político polo simples facto estar nos antípodes do projeto colonial para a Galiza. Temos a certeza de que a desimputaçom atual carecerá da difusom mediática que tivo no seu dia a operaçom policial e as informaçons alegadamente falsas do instituto armado.

Queremos anunciar, por último, que a nossa vontade de construir um projeto político independentista com vocaçom de massa, incidência social quotidiana e capacidade para organizar os setores populares que rechaçam o regime autonómico e apostam na independência nacional continua intata. A melhor resposta aos inquisidores e repressores é seguir dando passos nesta direçom e a esse objetivo consagraremos os próximos meses de trabalho.

[MEIOS ESCREVEM AO DITADO POLICIAL] A prática totalidade dos meios de comunicaçom massiva enlamou-se em 2015 vulnerando o direito a umha informaçom veraz ao reproduzir a versom da ‘Guardia Civil’ sobre Causa Galiza. A nossa organizaçom ocupou, por primeira vez, grandes titulares. Agora, quando aquela manipulaçom informativa rumada a destruir um projeto político se disolve, guardam um rigoroso silêncio. Som todos eles a voz do seu amo.

[medios escriben al dicho policía] la práctica totalidad de los medios de comunicaçom masiva se enlamou en 2015 vulnerando el derecho a umha informaçom veraz al reproducir la versom de la ‘Guardia Civil’ sobre causa Galicia. Nuestra organizaçom ocupó, por primera vez, grandes titulares. Ahora, cuando esa manipulaçom informativa rumada a destruir un proyecto político se disolver, guardan un riguroso silencio. Sonido todos ellos la voz de su amo.

 

CAUSA GALIZA

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Un comentario

  1. LA MALINCHE EN ÉPOCAS BUNKERIANAS

    —————-LA POLICÍA NO ES TONTA !!!!!!!!!!!!!!!.-

    CUANDO VE VARÍAS COLILLAS , YA SABEN QUE PUEDE SER ( A VARIAS PERSONAS

    (B UNA PERSONA QUE FUMA COMPULSIVAMENTE …………………….

    TAMBIÉN TRAS 22 Años BUSCANDO A LOS GALEGOS MALOS ….RESULTAN ……QUE NO ERAN

    GALEGOS ………..NI MALOS ………………..

    ERAN DE CONIL Y SE DEDICABAN A LA HUERTA !!!!!